Thursday, December 14, 2006
exemplo de um processo
Tuesday, December 12, 2006
ACTION «community of practice»

There often comes a point in the life of a community of practice when the group really benefits from creating tangible things designed to improve the members’ practice. This point occurs sometime after the early days of formation after the members have worked out their domain, and they know who’s participating, how people get on with one another, and how members communicate.
Following is a simple approach designed to coordinate action within a CoP.
There are five parts to this approach:
general discussion
discussion tables
a list of possible projects
small groups (ideally 3 people) working on things together database
The general discussion is anywhere the community talks together as an entire group. This might be at regular face-to-face meetings or online using a discussion forum. It’s important not to overwhelm or bore members with too much information or information that is only relevant to some members. The general discussions, therefore, benefit from some level of facilitation.
A discussion table is when community members come together to discuss a topic related to the community’s domain. The community coordinator might organise discussion tables on a regular basis. They can be done face-to-face or be conducted online. There should be no more than 12 people at a discussion table at one time to ensure everyone is present and active. If there are more than 12 people interested in the discussion table topic then run multiple discussion tables. During the conversation a participant notes down the ideas of things the community might do to improve their practice. For example, if you were part of a business narrative community and the topic was ‘running effective anecdote circles’ someone might suggest, “we should develop a anecdote circle facilitator’s kit” or “we should develop a member’s training program”. These ideas would be noted and added to the list of possible projects. A summary of the discussion table conservation is also distributed to the entire community.
The list of possible projects is a simple list of all the suggested projects and activities arising from the discussion tables and other forums. You might put the list online and allow members to vote on each suggested project. Members are invited to take on a project from this list in groups of three and ideally with people you haven’t work with before. This simple rule helps the community create new social networks. These small project teams might use an online collaboration space. Once they’ve completed their project they communicate the results to the entire community and store the outputs where members can access them (database).
The community makes progress by hosting discussion tables and encouraging active and robust conversation that leads people to suggest things that would be good to do as a community. The list of projects grows and some are tackled based on the energy and enthusiasm of members. The process of undertaking these projects in small groups creates new relationships which in turn creates new conversations and new ideas for future discussion tables.
PROCESSO «FRANGUINHO sem apito»

1.NOME DO PROCESSO: “Franguinho porta-a-porta”
2.OBJECTIVO DO PROCESSO: preparar, grelhar e entregar ‘frango no churrasco’ em casa do cliente
3.ENTRADAS FÍSICAS: frango pronto para grelhar
4.ENTRADAS LÓGICAS: pedido do cliente «dados»
5.SAÍDAS FÍSICAS: frango de churrasco, pão, …
6.SAÍDAS LÓGICAS: pagamento do cliente, dados para o inventário, …
7.DIRECTRIZES: plano de desenvolvimento do negócio
8.KAIZEN (estratégia de melhoria contínua)
9.METAS: aumentar a facturação em 32%
10.MÉTRICAS: registos do controlo de pedidos,…
11.BENCHMARKING: olhar para outros negócios parecidos
12.RECURSOS: equipamentos e veículos
13.MÃO-DE-OBRA: call center, cortador de carnes, churrasqueiro, …
14.DONO DO PROCESSO: Jorge N. F. Vieira
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Como colocar figuras, imagens, esquemas, num «post»?
1. Preparar a figura ou imagem em formato JPEG e guardar em pasta apropriada.
2. Colocar-se em http://beta.blogger.com/
OAZ [DESIGN & PROJECT]
3. NEW POST
4. clicar no símbolo correspondente a uma imagem – quadro Edit HTML – ao lado direito do ABC…
5. Add another image «Procurar»… (indicar o caminho até ao local da figura)
6. UPLOAD IMAGE (clicar)
7. vai ver uma peça de código HTML escrito no quadro
8. PUBLISH (clicar)
Monday, December 11, 2006
Afinal o que é um Blog? Para que serve?

Um Blog não pode ser estático, se assim for, deixa de ser um Blog.
Quando o sucesso (ainda) não traz sucesso
Há uns quatro anos, um dos telejornais das 20h fazia um "directo" sobre o encerramento de uma empresa estrangeira. O jornalista esforçava-se por retratar a desolação (compreensível) dos trabalhadores em vigília.
A poucos quilómetros dali, outra empresa, também estrangeira, acabara de acordar com o Ministério da Economia novos investimentos na sua unidade em Portugal. Mas ali não havia câmaras...!
Lembrei-me dessa imagem ao ler Nicolau Santos sobre o país dos sucessos made in Portugal (YDreams, Salsa, Chipidea, Bial, etc), por oposição ao país do pessimismo. O autor queixa-se que, apesar do esforço da Imprensa, o país insiste na comiseração, em vez da celebração.
Podia esperar-se outra coisa de um povo que, nos últimos séculos, não teve muitas razões para sorrir (não é por acaso que até alguns dos seus filhos mais ilustres, como Vasco Pulido Valente, não acreditam na "regeneração"...)? O insucesso traz insucesso.
Isto não pode mudar? Pode. Mas implica fazer um "reboot" do mindset nacional. Nada que se consiga de um dia para o outro e sem um esgotante esforço de marketing: não podemos esquecer que o país real caminha muito atrás do país dos "iluminados". Se até a Imprensa (com poucas excepções) ainda há quatro anos se deliciava com as desgraças nacionais...
Artigo de opinião retirado do Jornal de Negócios Online, que retrata um pouco do que se passa actualmente na nossa sociedade em que se dá mais importância ao que está mal do que ao que é bem feito, daí criando uma onda de pessimismo, acho eu... Comentem
Friday, December 8, 2006
PROCESSOS...PROCESSOS...PROCESSOS

O QUE É UM PROCESSO?
Um processo pode ser definido como uma série de tarefas ditas de 'valor-acrescentado' que podem ser agrupadas e organizadas de modo a converter 'entradas' num produto ou 'serviços' num resultado.
Os processos podem ser definidos de diferentes maneiras, a diferentes níveis e com várias fronteiras, de tal modo que:
- Um processo tem um ponto inicial e um ponto final.
- Os processos são actividades coordenadas que envolvem pessoas, procedimentos, tecnologia e infra-estruturas.
- Os processos constituem uma porção significativa dos custos organizacionais.
Qualquer processo, visto de um modo ideal, reflecte três atributos principais:
- Tornar os processos eficientes significa minimizar os recursos utilizados.
- Tornar os processos eficazes significa obter os resultados desejados.
- Tornar os processos adaptáveis significa possuir capacidade para os adaptar à alteração dos clientes e às necessidades do negócio.
Compreender um processo começa por pensar acerca dos seus principais elementos: entradas, saídas, actividades por etapa, pontos de decisão, facilitadores, funções, …
INDÚSTRIA DE MOLDES «a semana da...»

Os industriais reagiram mal à iniciativa e apareceram em fraco número
J.M., presidente do Centimfe, lamentou que muitos dos profissionais dos moldes não tenham estado presentes, considerando que perderam uma 'oportunidade de aprender mais'.
Disse mais: - Este sector está a atravessar um período de grande transformação, provocado por um mercado que emagreceu, no sentido em que se contraiu. Os grandes dinamizadores da nossa indústria deslocalizaram-se para o extremo oriente e é necessário encontrar novas formas de estar na indústria e de atacar o mercado. E isso só pode ser feito com um grande esforço colectivo e cooperativo a nível sectorial, mas também de formação dos técnicos comerciais, de forma a atenderem o mercado de modo diferente, também fazendo passar a mensagem no seio das empresas.