Sunday, February 4, 2007

Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades.



Numa instituição moderna, tipo universidade ou politécnico, o «dono do negócio» deverá ser confrontado & comprometido com cinco tipos de relacionamento específico:

Com o Governo
Com os subordinados (a sua mão-de-obra)
Com os colegas
Com a sociedade, comunidade local, governos locais
Com os alunos

O peso relativo destes relacionamentos mudou radicalmente nos últimos anos (ainda não por estes lados…). Imaginemos que o passado já foi. Nesse passado recente, só alguns iluminados tinham direito a dialogar com os chamados grupos de interesses regionais e locais.

O relacionamento dominante para muitas pessoas, foi sempre debaixo da ‘umbrella’ dos que possuíam poder para assinar o contrato ou eram detentores de grau corporativo bastante para influenciar os corredores das nomeações e dos concursos - tradicionalmente adjudicados de antemão.

Nos sítios onde se fala (mas também se pratica) inovação, a comunicação entre as pessoas circula de baixo para cima e de cima para baixo. Da esquerda para a direita e da direita para a esquerda. A fileira de comando não serve apenas para transmitir, serve fundamentalmente para comunicar. Se é que têm coisas para comunicar.

O boneco está mudado. As decisões não são apenas cozinhadas ao longo do fluxo ‘up & down’ do organograma. Decisões, hoje, são a maior parte das vezes, assumidas com base em colaborações entrelaçadas na diversidade dos grupos de pessoas da instituição.

«alexandre»

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